Servidores públicos de Tangará aprovam estado de greve e acirram crise com Junqueira
Servidores públicos da Prefeitura Municipal de Tangará da Serra aprovaram na noite desta quinta-feira, 03, por unanimidade, em assembleia realizada na sede social da entidade, estado de greve. Com isso, a categoria põe o Executivo Municipal em alerta, pois uma greve geral pode explodir a qualquer hora.
Coordenados pelo presidente do Sindicato dos Servidores (SSERP), Eduardo Pereira, e pelos líderes do Sindicato dos Servidores da Educação (Sintep), Francisca Alda de Lima e Abner Alcântara, o movimento cobra a Reposição Geral Anual (RGA), direito previsto em lei que chegou a tramitar na Câmara Municipal, mas foi retirado pelo prefeito Fábio Junqueira (PMDB), que alega não ter condições de dar reajuste sem haver outros cortes como licença maternidade e insalubridade.
O professor Abner Alcântara disse que a categoria está vivendo em um período de calote. “Estamos indo para quatro meses de calote, o projeto de RGA já foi para a Câmara duas vezes e foi retirado sem muitas explicações. Isso para nós é vergonhoso, tem dinheiro do Fundeb sobrando, falta professores em sala de aula e a sociedade não é informada disso” desabafou.
Abner denuncia ainda que há cabide de empregos na Prefeitura enquanto o Executivo diz que não há recursos. “Há um cabide de empregos, enquanto diz que não há recursos está criando cargos políticos com salários de mais de 6 mil reais”, disse.
Com o estado de greve ‘decretado’, os servidores públicos põem o Município em alerta, pois uma greve geral, envolvendo as mais diversas secretarias, poderá ocorrer a qualquer momento.
Com o estado de greve ‘decretado’, os servidores públicos põem o Município em alerta, pois uma greve geral, envolvendo as mais diversas secretarias, poderá ocorrer a qualquer momento.
Da Redação com Tangará em Foco

Nenhum comentário